JORNALISTA SINDICALIZADO, CATEGORIA FORTE!

Quem somos?

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Tocantins (SINDJOR/TO) é uma entidade fundada para defender e representar legalmente a categoria profissional dos jornalistas do Estado do Tocantins.

É atribuição do SINDJOR/TO buscar melhores condições de vida e de trabalho dos seus representados, defender a independência e autonomia da representação sindical, atuar na manutenção e na defesa das instituições democráticas brasileiras, manter relação com outras categorias profissionais da área de Comunicação Social/Jornalismo.

O SINDJOR/TO é formado por uma Diretoria, Comissão de Ética, Conselho Fiscal, Conselho de Representantes Junto à FENAJ, Comissão Estadual de Jornalistas em Assessoria e por cinco departamentos: Departamento de Audiovisual e Imagem, Departamento de Mobilização e Direito Autoral, Departamento de Esporte, Departamento de Cultura e Departamento de Imprensa.

A diretoria é escolhida por eleição direta da categoria, para um mandato de três anos.

Nossa Luta

São 29 anos de história de uma caminhada que ao longo do tempo foi formando raízes, vez por outra frágeis e quebradiças, outras vezes fortes e de porte sólido. Mas o que se tem de concreto nesta trajetória é a persistência que hoje nos convida a brindar por tudo, inclusive por contar e fazer parte da história mais sagaz de uma terra chamada Tocantins.

A história de que falamos foi e é construída por aqueles que sempre acreditaram que a notícia é nada mais que o instrumento que fomenta a formação de um cidadão. É a saga dos heróis da persistência: os jornalistas que aqui aportaram, ainda quando tudo era nada e o nada podia e veio a ser tudo que esta terra hoje representa para cada um de nós tocantinenses. Uma luta que teve início em 1989, na capital provisória Miracema do Tocantins, quando vários jornalistas ainda em comissão provisória se reuniram para criação da entidade da categoria.

Na ocasião estiveram presentes Júnior Veras, Luiz Pires, Lincoln Júnior de Morais, Carla Borges, Gilson Cavalcante, primeiro presidente do Sindjor, Andréa Sarmento, Luiz Bala (in memorian), Márcio Di Pietro, Ruy Bucar, Paulo Cezar, Benedito Pimenta, Ricardo Almeida, Léo Alves, Cílio Soares, Luiz Barbosa, Marli Santos e Lauro Morais (conforme a ata da primeira reunião). São nomes que alavancaram a história, pois tinham o intuito de formar uma categoria que, ao longo deste espaço de tempo tem intensificado seu papel nas trilhas da história.

Citar todos que responderam ao primeiro chamado do Tocantins, não é uma tarefa fácil pelo risco de se cometer lapso de memória e, consequentemente, alguma injustiça, mas é um risco apenas da grafia, porque todos os nomes certamente vão continuar dando cada vez mais sua porção para que este projeto seja escrito e executado com qualidade e transparência. Nenhum caminho é aberto sem o trabalho daqueles que vão à frente, quebrando ferrolhos e construindo passagens. Falamos dos pioneiros, os que desde os primeiros momentos foram testemunhas oculares da abertura dessa nova fronteira.

Por este espírito desbravador, a atual gestão do SINDJOR/TO homenageia Otávio Barros, Elson Caldas, Vieira de Melo, Celi Camargo, Henriette Motta Arantes, Benhur de Oliveira Souza, Luzinete Bispo, Luciano Ribeiro, Ivonete Mota, Zenilda Drumond, Washington Luiz, Edson Lopes (in memorian), Raimundo Pena Forte, Lauri Meyer, Telma Maranhão, Olga Cavalcante, Belmiro Gregório, Shirley Cruz, Ana Cristina Pinheiro, Maria José Batista, Susana Barros e Luiz de Carvalho.

Como um breve tratado desta história que apenas está começando e que certamente levaria muitos dias para ser contada, pois envolve detalhes que só eles sentiram e sentirão, quisera nós, nesta oportunidade, trazer à memória dos mais novos forasteiros de que este trajeto foi aberto por personagens que suaram e empoeiraram suas camisas, acreditando que a mina descoberta seria uma riqueza eterna.

Foram jornalistas como Gilson Cavalcante, Marli Santos, Ivonete Mota, por duas vezes, Celi Camargo, Luzinete Bispo, Rui Bucar, Júnior Veras, por duas vezes, Socorro Loureiro, por duas vezes, e Élcio Mendes que acreditaram nesta continuidade emprestando seus nomes, assumindo a presidência do sindicato. Que esta crença perdure de geração a geração e torne nossas mentes sãs para acreditarmos, pois, que este tratado histórico seja sempre o pulmão de cada um de nós.

Conheça nosso Estatuto

Sabia que você tem direitos que nem imagina? Tem, e vai conhecê-los de um jeito leve e fácil de entender.

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